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São Mateus, apóstolo e evangelista

De Dentro Geral, Terra Santa Em 21/09/2018


Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria, e disse-lhe: “Siga-me!” Mateus levantou-se e o seguiu.(Mt 9,9).

 

Os Padres da Igreja revelam três características da santidade de Mateus:
1. pronta obediência;
2. liberalidade;
3. humildade;
A pronta “resposta” de Mateus representa, em todos os momentos, um exemplo para todos aqueles que, embora desejem seguir Jesus, acham difícil abandonar suas certezas e responder, mesmo com um pequeno “sim”, ao amor de Cristo.

 

 

A Igreja celebra neste 21 de setembro, o apóstolo e evangelista Mateus, que paradigmaticamente encarna a figura de conhecedor das Escrituras. Ele era um homem de certa cultura, cobrador de impostos (publicano) em Cafarnaum; de formação helenística, parece ter mudado seu nome para Levi, de origem judaica (Mc 2,14; Lc 5,27). A tarefa desempenhada por esse discípulo de Jesus na transmissão do evangelho é de suma importância. Após a ressurreição, alguns episódios da vida do Senhor foram reunidos e organizados em torno de algumas palavras-chave. Esses elementos do “feliz anúncio” de Cristo poderiam servir aos primeiros cristãos, para “cumprir” as leituras do Antigo Testamento que ainda ouviam nas sinagogas. Mateus, também com base nesses primeiros esboços, escritos em aramaico, narra “fatos” da vida de Jesus, enfatizando seu “Messianismo”.

 

 

Mateus ou Levi?

Originalmente de Cafarnaum, publicano e coletor de impostos, mais tarde convertido por Jesus, seu nome significa simbolicamente “Dádiva de Deus”. Alguns supõem que ele mudou o nome como uma forma típica da época, para indicar a mudança de vida, semelhante a Simão, que tornou-se Pedro e Saulo, que se tornou Paulo. Jesus passou perto do publicano Levi e disse-lhe simplesmente: “Siga-me” (Marcos 2,14). Ele levantou-se e seguiu-o; e imediatamente realizou um banquete para o qual convidou, além de Jesus, um grande número de publicanos e outros pecadores públicos. A referência a um cobrador de impostos em Cafarnaum, chamado Levi, também aparece em Lucas 5,27. O mesmo episódio é relatado em Mateus 9, 9, onde, no entanto o publicano é chamado Mateus; Levi e Mateus, são geralmente considerados a mesma pessoa.

 

 

O chamado

O capítulo 9 do versículo 9 de seu evangelho nos apresenta o chamado de Mateus e traça um perfil evocativo e emblemático para cada chamado à conversão. Jesus disse-lhe “siga-me”, isto é, imita-me. “Siga-me”, ele disse, não tanto com o movimento dos pés como com a prática da vida. De fato, o mesmo Senhor que o chamava externamente com a palavra, instruiu-o com um impulso invisível para segui-lo. Ele infundiu em sua mente a luz da graça espiritual com a qual ele podia entender como aquele que na terra o arrancou das coisas temporais foi capaz de lhe dar tesouros incorruptíveis no céu. Mateus realizou um banquete: “Enquanto Jesus estava à mesa em sua casa, muitos publicanos e pecadores se reuniram com Jesus e seus discípulos; De fato, havia muitos que o seguiram. Então os escribas da seita dos fariseus, vendo-o comer com pecadores e publicanos, disseram aos seus discípulos: “Como ele come e bebe na companhia de publicanos e pecadores?” Tendo ouvido isto, Jesus lhes disse: “Não são os saudáveis que precisam do médico, mas os doentes; Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (Mc 2, 15-17).

 

 

Cafarnaum

Diferentemente de Nazaré e de Belém, Cafarnaum era uma cidade de certa importância. Pelas estradas de Cafarnaum circulava gente de todo tipo de classe social: pescadores, artesãos, mercadores, publicanos (coletores de impostos), etc. Mesmo sendo um centro importante, Cafarnaum estava longe dos centros de poder como Tiberíades. Assim, Jesus, podia anunciar sua mensagem de salvação sem provocar uma imediata reação dos chefes políticos e religiosos. Cafarnaum foi a pátria de Pedro e de seu irmão André, de Tiago e João, filhos de Zebedeu, que Jesus escolheu como discípulos. Foi nesta terra também que Jesus entrou na vida de Mateus, provocando sua conversão.

 

 

Peregrinar com a SacraTour

O Evangelho de Mateus foi originalmente escrito como uma forma didática de transmitir a boa nova do Reino. Através dos relatos, vamos encontrar a vida de Jesus e seu enraizamento na história de seu povo. Através dos discursos, vamos encontrar a preocupação da comunidade de Mateus com o seguimento de Jesus. Por estes dois fios passam o vigor e a essência da mensagem que Mateus quer transmitir. É um evangelho particularmente adequado aos nossos tempos, no qual somos convidados a redescobrir o núcleo central de nossa fé junto com a comunidade eclesial. Descobrir a novidade do Evangelho significa ajudar os peregrinos a experimentar e aprender o estilo de Jesus, que passa pelos lugares da vida cotidiana, pára sem pressa e, olhando para seus irmãos com misericórdia, leva-os a encontrar Deus, o Pai. Entrar num espírito de oração de um lugar para outro, de uma cidade para outra, na Terra Santa – espaço particularmente marcado pela intervenção de Deus, ajuda-nos não só a viver a nossa vida como uma jornada, mas dá-nos a ideia de um Deus que nos antecipou e nos precede, que andou nos caminhos do homem, um Deus que não olha para nós de cima, mas se tornou nosso companheiro de viagem. São Mateus, rogai por nós.

 
Fonte:

  • Bíblia Sagrada
  • Santi e Beati

 



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