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Maria, nossa Mãe

De Dentro Geral, Vida dos Santos Em 25/04/2019


Maria, nossa Mãe

A página evangélica que nos revela qual é a relação que existe entre nós, entre todas as pessoas humanas, e Maria, a mãe de Cristo: uma relação de maternidade no verdadeiro sentido [ainda que analógico] e real-sobrenatural, nos reporta ao Calvário quando Jesus diz “Mulher, “eis o teu filho”, e a João, “eis a tua mãe” (Cf. Jo 19:26,27).

Desta forma, fica mais fácil compreender esse “vínculo” que liga Maria ao nosso povo, e essa sempre foi a base da confiança que devemos ter nela. Portanto, compreendamos que foi no Calvário, no momento da morte de Cristo, que Ele constituiu e manifestou a maternidade de Maria para nós. Deixou-nos o seu testamento espiritual, dando-nos Maria por mãe.

BASÍLICA-DO-ROSÁRIO LOURDES---FRANÇA

BASÍLICA-DO-ROSÁRIO LOURDES—FRANÇA

O Concílio Vaticano II ensinou: “Concebendo Cristo, gerando-o, nutrindo-o, apresentando-o ao Pai no templo, sofrendo com seu Filho moribundo na cruz, cooperou de maneira especial na obra do Redentor … para restaurar a vida sobrenatural das almas. Assim, Maria se tornou para nós mãe na ordem da graça “(Const. Constituição Dogmática Lumen Gentium, 61). Por isso, a Igreja ensina que, em virtude da cooperação de Maria na obra de nossa redenção, ela é nossa mãe na ordem da graça.

SANTUARIO-DE-VALINHOS---FÁTIMA

SANTUARIO-DE-VALINHOS—FÁTIMA

A maternidade de Maria exige que nos consideremos seus filhos: “Aqui está sua mãe”, diz Jesus. E o evangelho continua: “e a partir daquele momento o discípulo a levou para sua casa”. Claro, cada um de nós tem seu próprio jeito de viver esse relacionamento. É o mistério de cada pessoa.

No entanto, a Igreja ensina que o nosso “mariano” deve ter algumas atitudes fundamentais, tais como a veneração, cheia de carinho, totalmente única que devemos manifestar em relação a Maria e a nossa devoção pessoal, assim como a confiança total que devemos nutrir, especialmente quando estamos em dificuldades particulares: uma confiança que é expressa em oração humilde e constante. Isso porque “progredimos mais rapidamente na submissão e dependência de Maria do que durante anos de iniciativas pessoais, apoiadas apenas em nós mesmos” como afirma São Luis Grignion di Montfort, no Tratado sobre a verdadeira devoção à Santíssima Virgem.

BASÍLICA-DE-ST-MARIA-MAIOR---ROMA

BASÍLICA-DE-ST-MARIA-MAIOR—ROMA

Façamos um exercício mental e pensemos que no mundo há uma multiplicidade de povos, raças, línguas e nações. Agora, voltemos nosso pensamento para o Calvário e imaginemos que o “eis teu filho”, pronunciado por Jesus, fez de Maria a mãe de toda a humanidade, ou seja, de toda a raça humana espalhada pelos quatro cantos da terra. Podemos considerar que Maria é uma fiel cumpridora da palavra de seu Filho. Prova disso é a forma como cada povo, cada raça e nação, tem sua própria experiência com Maria, com sua maternidade, que se expressa na cultura de cada povo, recebendo títulos variados e diversos, mas é sempre a mesma Maria, que se apresenta inculturada, mostrando-se como Mãe de Deus e nossa Mãe.

Fonte:Bíblia Sagrada
Lumem Gentiun
Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem

Prof. Delci Filho

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